terça-feira, 28 de abril de 2015

De pernas para o ar / Upside down

De pernas para o ar / Upside down


Há momentos em que tudo parece estar de pernas para o ar. Faz o pino wink emoticon Pode ser que a brincar vejas bem mais claramente!
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There are moments when everything seems to be upside down. Do a headstand wink emoticon Maybe if you’re playful you can see much more clearly!
T. C. Aeelah


Gasto ou Economia?

Gasto ou Economia?


Sempre que te sentires movido/a a discutir e argumentar, movido/a para o confronto, para e sente: esse confronto é mais valioso que a tua energia, que a tua integridade e serenidade (e por sua vez a tua liberdade... e a do outro)? Vais obter que tipo de resultado com isso?

O Ego desafia-nos constantemente no sentido de provar, argumentar e justificar, no entanto a Consciência que Realmente Somos tem outra forma de gerir a Vida e a nossa Realidade torna-se tanto mais serena quanto mais somos capazes de largar todos os mecanismos dramáticos.

Gasto energético ou economia criativa?... Em suma, luta contra ti mesmo/a ou cooperação com tudo o que És?

Na verdade tudo se resume muito simplesmente à tua escolha de base para tua vida. Se ela for de simplicidade e fluidez, tudo o que não é simples e fluido ajustar-se-à... isto é, se não te intrometeres no meio do caminho criando barragens e diques ;)



segunda-feira, 27 de abril de 2015

Estabilidade e Segurança

Estabilidade e Segurança


SER!... Amor. O Tema InPassion 2015. Este mês estivemos a mergulhar nas nuances da Necessidade, da Possessividade, do Apego e da Dependência – 4 dos 7 “Pecados Mortais do Amor” referidos no Livro “Não Apenas mais um livro sobre o Amor – O LIVRO sobre o AMOR” (que será brevemente reeditado precisamente com o título SER!... Amor).
Nas InPassion Sessions mensais são utilizados diversos tipos de exercícios quer individuais, quer em grupo a fim de podermos aceder ao que está oculto no subconsciente e inconsciente, trazendo o que está escondido de volta à Luz da Essência sábia e segura que habita em cada um de nós. Isto permite a cada um desvendar e perceber o que determina os seus pensamentos, palavras e ações, as suas crenças e escolhas daí derivadas. E permite-nos, por fim, perceber o que ainda serve algum propósito útil e o que não serve mais propósito algum, para que possamos escolher então de novo, a partir de uma perspetiva consciente e expandida, criando assim novos resultados práticos na vida real, todos os dias.
Curiosamente a tónica é sempre comum a todo o grupo que comparece para determinada sessão. Isto é algo que se descobre à medida que o workshop vai decorrendo e em que todos vão interagindo, refletindo, sentindo e percebendo.
Desta vez ficou claro que é a necessidade de ESTABILIDADE e SEGURANÇA que determina os padrões de escassez, a busca de reconhecimento e aceitação por parte do outro, o ter que ter (coisas e/ou pessoas), o ter que dizer que sim quando se quer dizer que não e vice versa… aliás, o “ter que…”.
E como se “resolve” este padrão?
Muito simplesmente: confiando. A CONFIANÇA no Ser que ÉS, na Sabedoria e no Amor que está e sempre esteve em ti para que o teu coração te possa enfim guiar sem ser questionado na sua forma de criar a Vida. A CONFIANÇA de que estás e sempre estiveste SEGURO/A nos braços da tua Essência, ainda que te tenha parecido que Ela te tinha abandonado. A CONFIANÇA na absoluta Abundância Criativa que brota a cada instante do fundo de ti e que preenche a Vida de soluções perfeitamente apropriadas, momento a momento quando te permites silenciar e ouvir o que essa Sábia e Compassiva Voz de Quem És te transmite. A CONFIANÇA que nada nem ninguém te falta quando sabes Quem És e estás entregue ao Amor Uno de Tudo o Que És… de Tudo o Que É.
E como é que se CONFIA assim, sem dúvidas, sem limites ou limitações?
Com Paciência. Um pouco de cada vez até que a gravidade da Confiança seja tal que não tens como não cair inteiramente nela. Respirando, silenciando, ficando PRESENTE em ti, ouvindo o teu coração compassivo e verdadeiro.


CONFIANDO.

Só um à parte. Pode pensar-se que a Dependência, o Apego, a Possessividade, a Necessidade só se geram no seio de relacionamentos íntimos, pelo que quem está "solteiro/a" não tem que olhar para nada disto porque não se aplica. Mas não. Nada disso. Estes padrões aplicam-se a absolutamente todos os relacionamentos humanos e ao nosso relacionamento com a própria Vida, por isso reportam-se a todos nós. Se estás a viver aqui na Terra, este assunto diz-te respeito, SIM ;)


sexta-feira, 24 de abril de 2015

Sem antes nem depois / No before or after

Sem antes nem depois / No before or after


What makes each experience new is living in the Present, because you are never attached to the memory of how it was, rather you are creating it only NOW.


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O que torna cada experiência nova é viver no Presente, porque nunca se está apegado à memória de como foi. Vivendo no Presente tudo está a ser criado apenas AGORA




quinta-feira, 23 de abril de 2015

Practice what you preach / Coerência

Practice what you preach / Coerência


Practicing what you preach is the best service you can offer yourself, first and utmost. Why?


Because the discrepancy between thought, word and deed is what produces the most discomfort in everyday life. Once you align these 3, life flows with a natural and simple grace. Keeping yourself hidden, in other words, hiding who you truly are and what you truly believe in is so much hard work it eventually leads you to exhaustion. 

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Praticar o que dizes é o maior serviço que podes prestar-te, em primeiro lugar e acima de tudo. Porquê?

Porque a discrepância entre o pensamento, a palavra e a ação é o que produz o maior desconforto na vida diária. Quando alinhas os 3, a vida flui com uma graciosidade simples e natural. Manteres-te escondido/a, por outras palavras, esconderes quem realmente és e aquilo em que realmente acreditas dá tanto trabalho que leva eventualmente à exaustão. 


quarta-feira, 22 de abril de 2015

Theory and Practice / Teoria e Prática

Theory and Practice / Teoria e Prática


No amount of theory can change your life unless you actually experiment with it and see how it works. This is when it either becomes true for you or relveals to have no purpose.

In other words: when it comes to being who you are, knowledge is worthless if not applicable.

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Não há teoria que mude a tua vida a não ser que a experimentes e vejas como funciona na prática para ti. É neste momento que ou se torna verdade para ti ou revela não ter qualquer propósito.
Por outras palavras: quando se trata de Ser quem ÉS, o conhecimento é inútil se não for aplicável.


terça-feira, 21 de abril de 2015

Amplitude / Openness

Amplitude / Openness


Points of view are like jewels. They shine their beauty in brilliant lapidations of numerous possibilities.

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Os pontos de vista são como jóias. Brilham a sua beleza em lapidações maravilhosas de numerosas possibilidades.


segunda-feira, 20 de abril de 2015

Simbiose

Simbiose


Este foi fim de semana de Simbiose cujo tema de base é a RE-União do Feminino e Masculino dentro e fora o que em suma se reporta o todo o tecido da nossa realidade e à forma como a vivemos. É nesta dinâmica Feminino/Masculino que assentam as bases da Ilusão interna e externa da Separação e é neste pilar também que assenta o retorno à Unidade.

De uma forma muito prática, aqui ficam 3 das questões que foram abordadas e trabalhadas durante o Encontro Vivencial Simbiose. A abordagem durante o workshop, sendo um trabalho em grupo, permite uma incursão mais criativa e profunda na temática. Ainda assim, a sugestão para o seu uso em casa será colocares-te cada uma destas 3 questões (uma de cada vez), e com papel e caneta na mão, escreveres as respostas que te vão surgindo sem estares a pensar muito sobre o assunto. Quando se esgotarem as respostas à primeira questão segue para a seguinte e depois para a terceira. Depois relê e sente como o que respondeste determina a forma como te relacionas com o mundo em todos os sentidos (quer seja nas tuas relações de trabalho, íntimas, de amizade, de família e contigo próprio/a). De seguida revê as crenças que tens acerca do Masculino e do Feminino (mais uma vez um exercício de cada vez). Escreve tudo. Ao reler, dá-te conta do que ainda serve um propósito útil na tua vida e do que pode ser largado. Risca o que não te serve mais. Larga….

E agora?

Agora, quando estiveres perante uma das situações que sugiram nas tuas respostas age de uma forma nova. Só assim podes quebrar de facto o padrão antigo que te determinava e que porventura já não te servia.

As 3 perguntas são:

Do que é que tens medo?
O que é que te falta?
O que não queres perder?

Recorda-te que estas 3 perguntas se reportam à tua relação com o mundo – primeiro com o Masculino e depois com o Feminino ou vice-versa. Faz o exercício para cada uma das partes, bem como o da revisão das crenças.

De resto, este ano o InPassion é dedicado precisamente a este tema: SER!... Amor, e nas nossas sessões mensais abordamos a reunião do Feminino e Masculino de uma forma ainda mais profunda e prática. Verifica a Agenda no nosso site: www.inpassioncoaching.com. Temos também os InPassion Breath Weekends, personalizados e as sessões individuais de Integração. Não queremos mesmo que te falte nada para descobrires e viveres a vida que realmente te preenche J

Um terno abraço


T. C. Aeelah

Ease / Paz

Ease / Paz



If you want to always feel at ease HERE and NOW, before and after need to be released.

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Se queres sentir-te sempre em paz AQUI e AGORA, antes e depois têm que ser libertados.



terça-feira, 14 de abril de 2015

A Equação da Vida e da Morte / The Equation of Life and Death

A Equação da Vida e da Morte / The Equation of Life and Death
 

If I died right now there would be nothing to wish for. This is how fulfilled I feel. There is absolutely nothing missing. No one missing. Nothing else to achieve. Nothing to run after or stive for. No guilt. No resentment. Nothing left unsaid that was ever worth saying. Nothing left unshared that was ever worth sharing. Nothing left undone that was ever worth doing.
And yet I am here. I have a basket full of new projects and creative endeavours. Many special moments to live, many experiences to create and discover, many tears and much laughter to share, love that overwhelms me and a joy that I cannot define… a simple joyful gratitude just because I AM ALIVE, YOU ARE ALIVE, we are all here, it is all here.
This may seem puzzling to some, nevertheless there is nothing to explain for it is so infinitely simple.
In Gratitude I embrace You as I embrace Me as I embrace Life.
And so it is <3


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Se eu morresse agora mesmo não haveria nada a perder. É assim tão preenchida que me sinto. Não falta absolutamente nada. Não falta ninguém. Não falta nada para atingir. Não falta nada para correr atrás ou para realizar. Não há culpa. Não há ressentimento. Não há nada que tenha que ter sido dito que merecesse a pena e que não tenha sido expresso. Não há nada que merecesse a pena partilhar que não tenha sido partilhado. Não há nada que tenha que ter sido feito ou que valesse a pena fazer que não tenha sido realizado.
E no entanto aqui estou eu. Tenho um cesto cheio de novos projetos e aventuras criativas para implementar. Muitos momentos especiais para viver, muitas experiências para criar e descobrir, muitas lágrimas e muito riso para partilhar, um amor que me afoga de tão intenso e uma alegria tão imensa que não consigo definir… uma simples e grata felicidade apenas porque ESTOU VIVA, TU ESTÁS VIVO/A, estamos todos aqui, está tudo aqui.
Isto pode parecer estranho para alguns, mas na verdade não há nada para explicar pois é infinitamente simples.
Em Gratidão abraço-TE conforme ME abraço e abraço a VIDA.
E assim é <3




segunda-feira, 13 de abril de 2015

Tu e o TEU CORPO

Tu e o Teu Corpo
 

Um dos motivos porque o Corpo gera tanto Medo (medo de doença, medo de dor, medo que não funcione conforme esperado, medo que a sua forma não seja aceite, medo…) é a ausência generalizada. Ou seja, é estar-se permanentemente “fora” do corpo e viver a vida de fora para dentro, em vez de se estar “dentro” do corpo, vivendo a vida de dentro para fora.
Estar “fora” do corpo tem as suas consequências, tal como, por sua vez, viver “dentro” do corpo.
O motivo principal da ausência generalizada é o mecanismo base de proteção contra a dor da sobrevivência. O mundo em que vivemos tem impacto a todos os níveis – físico, emocional, mental e espiritual. Desligar a nossa consciência de nós mesmos ajuda-nos a atenuar este impacto, ainda que apenas ilusoriamente. A ausência é precisamente isto: inconsciência.
Por outro lado, regressar ao corpo, ou seja, à consciência, para viver o e no mundo de dentro para fora implica SENTIR e sentir é intenso. O sentir não é selecionável – não pode desligar-se o que é desagradável e ligar-se apenas o que é agradável. Tudo fica intenso, quer a dor, quer o prazer, quer o conforto, quer o desconforto… e tudo o mais que se sente.
À primeira vista pode parecer que sentir é, então, algo a evitar. No entanto, sentir é a única forma de tomar contacto com o que se passa em nós. E é, por sua vez, a única forma de percebermos o nosso estado de saúde, de pararmos para ouvir o nosso corpo e entendermos o que necessita, o que rejeita, o que lhe é aceitável e o que não é, o que nos produz equilíbrio e o que produz desarmonia e assim sucessivamente.
Há, no entanto, mais uma consequência: estar no corpo sentindo, leva inevitavelmente a desligar o mecanismo da adrenalina pois ela não é necessária com a frequência compulsiva que a sociedade dita moderna veio a requerer. A questão é que ela é viciante e sendo viciante leva-nos a gerar comportamentos potencialmente geradores de adrenalina. Isto só é possível por estarmos ausentes do corpo, pois se estivéssemos presentes perceberíamos o desarranjo que este mecanismo compulsivo cria e seria extremamente desconfortável, aliás, impossível de manter.
 Assim sendo, regressar para dentro do corpo leva-nos a ter que fazer novas escolhas vivenciais, nomeadamente no que diz respeito à forma como experienciamos os “dramas” do mundo - o nosso ou o dos outros. Viver de dentro para fora requer eliminar vícios dramáticos e hábitos autodestrutivos.
Não há como deixarmos de ter medo dos ritmos do nosso corpo, sem criarmos uma parceria íntima com ele, aprendendo a ouvi-lo. Logo, aprender a silenciar, sentir e ouvir são as três bases para o equilíbrio.
O autorrespeito é uma história de AMOR e é com ela que podemos eventualmente aprender a relacionarmo-nos com os outros a partir das mesmas bases de respeito mútuo que as que temos para connosco próprios.
As mesmas bases de comunicação que geramos dentro, serão as que acabaremos por gerar fora.
Tu e o Teu Corpo – a história de AMOR que dilui o medo de viver.


Nota: sendo aquilo que se conhece quando se vive sob o vício da adrenalina, pode parecer que não se conseguirá viver sem ela e até que não há nada que nos faça sentir mais vivos que ela. No entanto, SENTIR é garantidamente ainda mais intenso que a adrenalina, mas só pode saber-se disso depois de se largar a ausência e optar pela Presença. Não há nenhuma forma de sabermos o que se vive em consciência quando estamos em inconsciência de algo. É como querer ver o que está do outro lado de um muro sem termos visão raio-x ;)


terça-feira, 7 de abril de 2015

Criatividade

Criatividade - quando a queres e não a encontras


A criatividade é espontânea, nasce do sentir intuitivo que utiliza a imaginação da mente para traduzir o que não pode ser entendido de outra forma. É algo que não obedece às necessidades comuns de controlo. Não é algo que se force... é algo que ocorre quando se permite.
No entanto, como em tantas outras coisas, criámos a necessidade de ter que ser criativos quando é necessário e não quando é espontâneo.
Para todos aqueles que têm um trabalho que requer criatividade, ocorre, de quando em vez, um bloqueio a esse nível e por mais que se queira não se consegue produzir o que se gostaria.
O que fazer?
Para. Para tudo. Não faças nada. Nem sequer tentes fazer. Vai fazer outra coisa. Vai dar uma volta. Respira fundo e fica desocupado/a. Pode parecer uma perda de tempo, mas muito pelo contrário, é um recriar do teu tempo. Perda de tempo é insistir em arrancar a criatividade a ferros e ver que não está a funcionar e ainda assim insistir mais e mais, gerando frustração e desalento - puro desperdício de energia/tempo.
Viemos a acreditar que o tempo de não fazer nada é inútil. Que quando não estamos a produzir nada somos descartáveis. Que temos que fazer alguma coisa para termos valor. Que é preciso apenas fazer, fazer, fazer, produzir, produzir, produzir.
Nisto esquecemo-nos que somos parte da Terra e como Ela. Que temos ciclos naturais de criatividade produtiva e de serenidade e silêncio - ciclos naturais de fazer e de ser. É o respeito por estes ciclos naturais que nos permite ganhar força criativa. Usar o nosso tempo de forma equilibrada requer tanto de ação como de quietude. É uma dança que a própria respiração ensina - a Inspiração e a Expiração são o nosso Mestre permanente de equilíbrio entre o fazer e o largar, o agir e o permitir, o criar e o ficar, o equilíbrio de Ser.
Por isso RESPIRA consciente desta dança. O tempo é isto. És tu. Respeita-o, respeita-te e tudo flui com simples naturalidade.


domingo, 5 de abril de 2015

The river of Life

The river of life



A haven of green. The scent of the Earth strong with sweet flowers. The sun’s intense glow way up over the canopy of ancient trees whispering its rays through the thick bed of branches that protects me from the heat. A soft warm breeze plays around me, inviting me to stay in its berth. The birds speak their singing tunes, which need not be explained. And even the children’s loud banter blends into this harmonious portrait I have the privilege of sitting in.

And as I sit here, feeling grateful for this abundant experience, I smile, knowing that sitting here in perfect gratitude, admiring the grace of life, fulfilled and joyous, I am being of service to this immense world we live in – not by doing anything, but by doing no-thing and being every-thing. Knowing that as much as I love to create and actively materialize these creations for the joy of all, I equally love stillness and realise that the balance resides in nurturing both creative passion with active participation and serene stillness in loving gratitude.

The ebb and flow of the river of life requires this in order to keep its balance.


The enticing, adrenaline driven whims of modern society perpetuate drama so it can perpetuate itself. The question is: what is it that perpetuates you?


Self Destruction Versus Self Respect

Self destruction versus Self Respect


Self destruction leads to mass destruction. This is simple enough to understand. So is it not simple enough to understand that loving oneself, respecting oneself, being sweet and kind, soft and smooth with oneself, clearly results in a creative, proactive society?
There is nothing selfish in self-respect or self love. Selfishness is not self love, much on the contrary. It is lack of it, and it derives from the fear of not having or being enough as compared to others. In self love there is no need to compare, because the love within is complete unto itself.
This self love I am referring to, however, is not from the mind, it is from the core, from the very Essence of Isness. This resides deep in one’s centre and cannot be thought, only felt, it cannot be forced, only allowed, it cannot be sought anywhere, only found when you stay here and now.
Once it has been found, love starts becoming clear, life starts changing, sense and senseless gain new meaning, everything becomes simple.
The death of complexity is per se the greatest fear of humanity and it is what keeps the system functioning as it does. Which is absolutely appropriate, for if not, how could one experience pain, sorrow, fear, victimness, rage, envy, gealousy, greed, etc, etc, etc.

Anyhow, if by any chance it is your time to dive into simplicity… dive into your breath and allow yourself to find the ever present reflexion of the Love that you are, we all are.