sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Sabedoria do dia/ Wisdom of the day

Sabedoria do dia:

Tu és a tela, não o filme. Que filmes permites hoje na tua tela?;)

***
Wisdom of the day:

You are the canvas, not the film. Which films do you allow today on your canvas? ;)

T. C. Aeelah

Jovens Despertos

Lembro-me bem da minha adolescência. Uma época de extremos emocionais, com picos e vales intensos, controvérsia, lutando para fazer parte e ao mesmo tempo para não ser igual, constantemente questionando as estruturas, as instituições e as obrigações sociais, observando perplexa a cadeia de injustiças ao redor do mundo mas ao mesmo tempo sentindo-me impotente perante tamanhas disparidades. Lembro-me das minhas amizades, algumas das quais ainda perduram hoje e outras, como as ondas do mar rolando para o infinito oceano. Lembro-me do meu entusiasmo pela vida, da minha vontade de transformar o mundo e dos meus momentos de depressão profunda por saber que de certa forma isso era impossível a curto termo. Lembro-me de questionar o propósito da vida e de não saber as respostas. Lembro-me de ficar confusa com a separação entre o mundo dos adultos e o dos jovens, como se de certa forma vivêssemos em mundos à parte ainda que no mesmo. Lembro-me de querer ser aceite e de como me incomodava o facto de não me sentir “normal”, ainda assim.

Hoje lido com muitos jovens quer no trabalho, quer em casa, com a minha própria filha e com os seus amigos e amigos de amigos, filhos de amigos – muitos jovens. Alguns são jovens, diria, vulgares, vivendo uma vida “normal”, encaixando sem muito esforço, sem grandes interesses para além das banais preocupações capitalistas do mundo moderno. Outros, no entanto, vivem aqueles mesmos dilemas que enfrentei, despertos para o facto de que há mais para além do óbvio, mais que não se vê. E estes debatem-se com a mesma equação do querer de certa forma fazer parte e ao mesmo tempo de se sentirem inconformados com isso. Este texto é para esses jovens.

Em boa verdade vim a perceber que somos mesmo todos diferentes, por mais que tentemos formatar-nos para parecermos “iguais” a qualquer grupo com o qual nos identifiquemos. Sei que na adolescência, não pertencer a nenhum grupo específico é de certa forma estranho, mas por outro lado é libertador. Não havendo a pressão de ser como o grupo, surge no entanto a pressão de parecer estranho por estar só. Sendo assim, e já que somos “presos por ter cão e por não ter”, mais vale mesmo confiarmos que mais tarde ou mais cedo vamos ter confiança suficiente para descobrirmos quem somos afinal e sermos coerentes com isso. Até lá trata-se de irmos “brincado” com as diversas experiências, em interação distinta com uns e com outros e percebermos como isso nos afeta, inibe ou expande. É que na adolescência, ainda que nos sintamos diferentes, ainda não sabemos muito bem porquê nem o que somos e o que realmente queremos. É uma fase de teste, de experimentação, de descoberta, fortemente evolutiva, impactante e que pode ser vivida com a tranquilidade revolucionária de sabermos que tudo faz parte do nosso crescimento.

Aliás, é um privilégio podermos ser adolescentes. É que a adolescência é uma modernidade algo recente. Há algumas décadas atrás não existia. Era-se criança, depois jovem, jovem adulto, adulto e depois idoso. E enquanto jovem assumiam-se responsabilidades. Não havia tempo/espaço para descobrir. Era necessário produzir cedo. Há não muitos séculos atrás, aliás, as moças com 13 anos já eram casadas e tinham prole, os rapazes eram pais de família e provedores, havia reis com esta idade.
Sendo assim, meus jovens amigos adolescentes, sempre que vos assolar o peso depressivo de se sentirem incompreendidos pelos outros e de não compreenderem o mundo dos adultos, lembrem-se que têm o privilégio de poderem ser adolescentes. Questionem-se, descubram-se, tentem ser menos críticos em relação a vós mesmos e aos outros e mais proativos, aceitando as diferenças e convivendo com elas. Desenvolver pensamento crítico é essencial, sim, mas não para criar separação e incompreensão. Serve para nos conhecermos melhor, para podermos escolher o que queremos e para explorarmos a nossa criatividade, usando-a de forma produtiva para nos guiar na descoberta do que somos capazes de realizar, do que amamos e do que não suportamos, do que nos apaixona e do que nos entristece. Entregarem-se temporariamente à frustração pode ser um motor produtivo para ganhar força para mudar de rumo ou de atitude, mas que não se torne um fardo demasiado pesado que vos impede de querer viver.

E lembrem-se, nós, os adultos, também já fomos adolescentes, e ainda que haja muitos que não vos conseguem compreender porque vivem no seu reino de adultos atarefados com as complexidades das suas vidas, outros há que vos vêem como são e com quem podem partilhar as vossas dúvidas existenciais e eventualmente descobrir novos pontos de vista :)

Com Amor
T. C. Aeelah





quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Awake... here, there and everywhere

Once one is Awake, in other words, once one knows to be more than just a body going about the antics of human life, things change.

Ignorance is bliss, it has been said and repeated countless times. Or is it?

Knowing that we Are implies having become acquainted with Who we Are as well as with the relieving fact that Home is where we Are Who we Are, Here and Now – Present Presence (as if Presence could be anything but Present ;) ). And knowing that Home is always Here right Now, whenever we choose to stay and Be is simple. Ever so simple. It is so simple that sometimes we get carried away by the habit of living our experiences elsewhere for it is hard to grasp that their sheer complexity could ever fit into the void simplicity of Isness. And it can’t. But as long as we keep on believing that these experiences are necessary for whatever sort of reason, it is impossible to stay and experience, so one goes out to experience and comes back every now and then to savour Being… still…

This is not the same as ignorance as we now know there is Home, we know where it is and we know a part of Who we Are. However we do not know the infinite possibilities of Who we are because we enjoy being entertained with the experiences of who we aren’t, only coming back to the remembrance of Who we Are as a temporary reprieve in-between parties and battles.

I suppose it might have not occured to you to ask yourself whether you consciously choose to continue having experiences somewhere out there and coming back at regular intervals just to “relax” from not Being, or whether you consciously choose to stay Here, Home and experience Life from Here, Now all the time.

There are actually many shades to this. It could be coming back seldom, coming back sometimes, coming back regularly or coming back very often… but it is still coming and going. And it’s fine. It’s a matter of choice.

Then again, knowing that it could be as simple as staying keeps on nagging at the edges of your playful human self, inviting you to really surrender to something you have no idea about and cannot know unless you are living it and only in each moment you are Being it because there is no past reference system, like there is with the normal human programme.

Stated clearly: is it living your experiences out there and coming Home now and then or is it staying Home and experiencing from Here?


There is no good or bad choice. Both serve a purpose. Both have consequences. Which ones are you ready for right now?


quarta-feira, 28 de outubro de 2015

The simplest world changing "secret"/O "segredo" mais simples para mudar o mundo

Fighting. It is fighting that creates separation, therefore sustaining duality. Alas, when fighting is resumed, everything changes.

Lutar. É a luta que cria separação, mantendo a dualidade. E assim é que, sem luta tudo muda.

Fighting keeps power games alive. It keeps ones against others, and oneself against oneself. It keeps drama strong and healthy. Fighting keeps angry energy circulating around the world at top speed. It keeps worry, stress and anxiety going, giving heed to the limbic brain’s impulses. It keeps humans biased and blind even when seemingly conscious. It keeps darkness in the corner as well as deviously in the centre, sulking for not being seen yet being the Master – tired and willing to move on, though it cannot do so until it is fully acknowledged.

A luta mantém os jogos de poder ativos. Mantém uns contra os outros, e os próprios contra si mesmos. Mantém o drama forte e saudável. Mantém a energia da raiva em circulação ao redor do mundo a toda a velocidade. Mantém a preocupação, o stress e a ansiedade dando cobertura aos impulsos límbicos da mente primária. Mantém os humanos julgadores e cegos mesmo quando parecem estar conscientes. Mantém a sombra no canto bem como esquematicamente no centro, amuada por não ser vista ainda que seja a Mestre – cansada e pronta para partir ainda que não o possa fazer até que seja completamente aceite.

Once it is understood that there is nothing to fight for or against peace will reign. But fighting is what makes all of this human experience fun. It is fighting that gives one something to do, a reason to exist, a purpose to hold onto, a cause to pursue.

Quando for enfim entendido que não há por que lutar, nem contra nem a favor, a paz reinará. Mas a luta é o que dá gozo nesta experiência humana. É a luta que nos dá o que fazer, uma razão para existirmos, um propósito ao qual nos agarrarmos, uma causa para perseguirmos.

Bringing about change is not by any means fighting. No matter what the noble reason is. The reason is always noble for the fighter him/herself.

Criar mudança não é, de todo, lutar. Não importa por que nobre propósito. O motivo é sempre nobre aos olhos do lutador.

Bringing about change is coming to terms with oneself. It is not a global movement, though the more that come to this realisation and actually manage to achieve it naturally change the fabric of consciousness, creating a safe environment for others to eventually question themselves about themselves and also release their battle against their inner demons.

Criar mudança é fazermos as pazes connosco próprios. Não é um movimento global, ainda que quantos mais chegarem a esta perceção e a conseguirem implementar, mais naturalmente criam uma mudança no tecido da consciência de massas, criando um ambiente seguro para que outros eventualmente se questionem sobre si mesmo e larguem também eles as suas batalhas contra os seus demónios interiores.

This, in turn, changes human DNA, thus changing the template for all of those being born as well as all of those already here.

Isto, por sua vez, muda o ADN humano, mudando assim a matriz para todos os que vierem a nascer bem como para os que já cá habitam.

Compassion is the single simplest awareness for this to happen. Compassion is not pity. It knows there is nothing to save. It IS. It is the seat of no-thing-ness, where judgement has no place and still silence embraces all, dissolving it into the void, free from duality. Free. It cannot be learnt. It does not belong to the mind. It can, however, be felt and practiced.

A Compaixão é a ferramenta de consciência mais simples para que isto aconteça. A Compaixão não é pena. Sabe que não há nada para salvar. É. É o trono do nada, onde o julgamento não tem lugar e o silêncio quieto tudo abraça, dissolvendo tudo no vazio, livre de dualidade. Livre. Não pode ser aprendida. Não pertence à mente. Mas pode ser sentida e praticada.

So today I ask: are you fighting? If so, how does this make you feel? Victorious? Tired? Frustrated? Exhilarated?... What if you let go of that fight, be it for a “good” cause or whithin yourself, just for today? Will you fear losing identity, purpose, worth? Are you ready to “lose” this or could you maybe simply consider letting go of this?

Por isso hoje eu pergunto: estás a lutar? Se sim, como é que isso te faz sentir? Cansado/a? Frustrado/a? Vitorioso/a? Entusiasmado/a?... E se largares essa luta, seja a luta por uma causa “justa” ou seja a luta interna, apenas por hoje? Terás medo de perder identidade, propósito, valor? Estás preparado/a para “perder” isto ou podes talvez simplesmente considerar deixar isto ir?

If these words resonate with you, I invite you today to dive into your breath and stay in its centre… reminding yourself to come back to the centre whenever you find yourself somehow fighting, and experience your day from there – well from HERE J

Se estas palavras ressoam contigo, convido-te hoje a mergulhar na tua respiração e a ficar no seu centro… recordando-te de regressar ao centro sempre que te vejas a lutar de alguma forma, e experiencia o teu dia a partir daí- bem, DAQUI J

PS – It doens’t change your/the world in one day just the same as your/the world didn’t come to be the way it is in one day ;) Patience is a precious... Essential Master.  


PS – Isto não muda o teu mundo de um dia para o outro da mesma forma que o teu mundo não ficou como está em apenas um dia ;) A Paciência é uma Mestre Essencial e Preciosa. 


terça-feira, 27 de outubro de 2015

Heart and Mind / Coração e Mente

When letting go of the mind to follow the path of the heart what is one letting go of?
Quando largamos a mente para seguir o caminho do coração o que estamos a largar?
Weight /Peso
Burden /Fardo
Effort /Esforço
Struggle /Luta
Restraint/ Restrição

What is one embracing?
O que estamos a abraçar?
Weightlessness/ Leveza
Ease/ Simplicidade
Grace/ Graça
Glide/ Suavidade
Flow/ Fluir

Effortless doing – Being / Fazer sem esforço - Ser

... and a HUUUUUGE challenge to stand up for what we believe in ;)
... e o ENOOORME desafio de ficarmos firmes com o que acreditamos ;)

Ah and letting go of the mind does not mean not using it in a useful and constructive way, of course. It means letting go of its control, which leads to it letting go of the need to control, thus surrendereing to the guidance of the Heart - in other words Expanded Consciousness. When guided by Essence, the mind is absolutely magical :)
Ah e largar a mente não significa  não usá-la de uma forma útil e construtiva, claro. Significa largar o seu controlo, o que por sua vez significa a própria mente largar a sua necessidade de controlar, rendendo-nos ao guia do Coração - por outras palavras, à Consciência Expandida. Quando somos guiados pela Essência, a mente é absolutamente mágica :)


The mind can't learn how the heart works, it is beyond the mind's understanding. All it can do is surrender to it. This means, very simply, choosing to let go of personality's/ego's domain over our automatic choices and becoming conscious of what our Essence's/Heart's choices are, feeling whether we are ready to follow them and if so assuming these choices beyond the shadow of any doubt, with utter determination and steadfast trust :) They might be challenging, but on the other hand they are always simple, balanced, free and harmonious.
A mente não pode aprender como funciona o coração. Ele está para além do entendimento da mente. Apenas pode render-se a ele. Isto significa, muito simplesmente, escolher largar o domínio da personalidade/ego sobre as nossas escolhas automáticas e tornarmo-nos conscientes do que são as escolhas da nossa Essência/Coração, sentindo se estamos prontos para elas e se sim, assumindo estas escolhas sem sombra de dúvidas e com determinação inabalável e confiança suprema :) Podem ser desafiantes, estas escolhas, mas por outro lado são sempre simples, equilibradas, livres e harmoniosas. 



segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Not the What but the How / Não o quê mas como

Not the What but the How / Não o quê mas como


When using New Energy what is it exactly that we are creating that is new?

It is not exactly the what, it is more the how. It is letting Expanded Awareness, in other words Essence, do it for you - choosing and letting it come to you, in Trust. It is an unprogrammable programme in fusion with Isness. 
And no, it is not about keeping physically still waiting for things to happen, It is about being coherent with our heart and living from that awareness in serene inner silence, interacting with the world around us in a balanced and harmonious way, free from the dramatic pull of effort, letting life flow in natural consonance with the choice of Isness, discovering how to live like this moment to moment. This is what comes to us - Awareness. 
And all of this is New. 

***
Quando usamos a Nova Energia o que é que criamos de novo?

Não é exatamente o que criamos, mas sim como criamos. É dar permissão à nossa Consciência Expandida, por outras palavras à nossa Essência, para que faça por nós - escolher e deixar que venha até à nossa realidade, em Confiança. É um programa não programável em fusão com o Ser.
E não, não se trata de ficar parado, inerte, à espera que as coisas aconteçam. Trata-se de ser coerente com o nosso coração e viver a partir dessa consciência em sereno silêncio interno, interagindo com o mundo à nossa volta de forma equilibrada e harmoniosa, livres do atrito do esforço dramático, deixando a vida fluir em consonância natural com a escolha de Ser e descobrindo como se vive assim momento a momento. É isto que vem ao nosso encontro - a Consciência.
E tudo isto é novo :) 



domingo, 25 de outubro de 2015

Both feet in New Energy/ Com os dois pés na Nova Energia

Both feet in New Energy / Com os dois pés na Nova Energia


New energy is simple, instant, unexpected, 100% foolproof, unprogrammable, pure and transparent, not bound by any rules or conventions, unique, non-reproductible. 

It is indeed NEW - no one knows how it works because it always happens NOW. Isn't that fantastic? :)

On one hand it requires courage to use it because it requires stepping into THE Unknown with both feet and letting go of control over how it manifests what we choose to manifest, but on the other hand it is the simplest possible thing to do. Complete effortlessness, absolute powerlessness. 

Ahhhhhh farewell to the kingdom of Power ;)

***
A Nova Energia é simples, instantânea, inesperada, 100% apropriada, não programável, pura e transparente, livre de regras e convenções, única, não reproduzível.
É de facto NOVA - ninguém sabe como funciona porque ocorre sempre AGORA. Não é fantástico? smile emoticon
Por um lado, usá-la requer coragem porque significa entrar no Desconhecido com ambos os pés e largar o controlo sobre como ela manifesta o que escolhemos manifestar, mas por outro é a coisa mais simples que se pode fazer. Total ausência de esforço, livre de poder.
Ahhhhhh adeus ao reino do Poder! wink emoticon

T. C. Aeelah


sábado, 24 de outubro de 2015

About Time, Space and Gravity / Sobre Tempo, Espaço e Gravidade

About Time, Space and Gravity / Sobre Tempo, Epaço e Gravidade


I've heard it said many times: "all is energy".

Tenho ouvido esta afirmação inúmeras vezes: "tudo é energia".

No it isn't. All is consciousness. Consciousness shapes energy. Energy serves consciousness which in turn creates reality. Nevertheless, us humans are generally unaware of consciousness, let alone of the fact that we are shaping energy, in other words, reality with each thought we have. It is thought that creates gravity, which in turn pulls things into solid matter, making them "real". We equate real with solid - tangible. Yet, if we shift our awareness into a more expanded level of consciousness, what we grasp is totally different. It is void, therefore available to be shaped with whatever beliefs we choose to foster. This is why the practice of inner silence, letting go of our attachment to the mind's idea forming expertise, though acknowledging it and accepting its infinite creative potential, is essential to creating a balanced reality.

Não, não é. Tudo é consciência. A Consciência dá forma à energia. A energia serve a consciência que por sua vez cria a realidade. Por outro lado, nós, humanos, não estamos geralmente conscientes da consciência, quanto mais do facto de que estamos a dar forma à energia, por outras palavras à realidade, com cada pensamento que temos. É o pensamento que cria a gravidade, que por sua vez puxa as coisas para a matéria sólida, tornando-as "reais". Para nós real é sólido - tangível. No entanto, se movermos a nossa perceção para um nível de consciência mais expandido, o que apreendemos é completamente diferente. É vazio, e por isso disponível para ser formatado com quaisquer crenças que alimentemos. É este o motivo que faz com que a prática do silêncio interior, largando o nosso apego à mestria da mente em formar ideias, ainda que reconheçamos e aceitemos o seu potencial criativo infinito, seja essencial para criar uma realidade equilibrada. 

Thought creates gravity, but it is the consciouness behind the thought that uses the energy which "happens" in form through gravity. This is what defines the quality of the Time/Space that passes through us at any given moment. It is the consciousness we are focusing on at any given moment that determines the way we see and experience Time/Space. No one is, therefore, trapped in Time/Space, but rather in Thoughts/Beliefs, or to put it simply: unawareness.

O pensamento cria a gravidade, mas é a consciência por detrás do pensamento que usa a energia que assume forma através da gravidade. É isto que define a qualidade do Tempo/Espaço que passa através de nós em qualquer momento. É a consciência em que nos estamos a focar que determina a forma como vemos e experienciamos o Tempo/Epaço. Ninguém está, então, preso no Tempo/Espaço, mas sim nos seus Pensamentos/ Crenças. Dito de forma simples: preso na inconsciência. 

Chaning the quality of Time/Space, depends entirely on where we are dwelling when it encounters us. It all depends whether we are still, letting it flow by, aware of our inner housekeeping "Nowness", or whether we are running after Time/Space, always in a frenzy of past and future, which does, in actual fact, not exist now. Given this, it becomes easy to understand that we can never catch up with Time/Space - it is a moving target! Nevertheless, when we stay HERE (Home inside) and NOW (constantly aware of the Isness that we Are) Time/Space can pass freely, and bring us all of the energy we choose to serve our experience of living a Divine life in a Human body, playing in a Human world with Conscious, Wise thoughts :)

Mudar a qualidade do Tempo/Espaço ,depende inteiramente de onde estamos quando ele nos encontra. Depende do facto de estarmos quietos, deixando-o fluir através de nós, conscientes do nosso AGORA, ou de estarmos a correr atrás do Tempo/Espaço, num fernesim de passado e futuro, que não existe agora. Posto isto, torna-se fácil de entender que nunca podemos "apanhar" o Espaço/Tempo - é um alvo em movimento! Ainda assim, quando ficamos AQUI (em Casa dentro de nós) e AGORA (constantemente conscientes do Ser que somos), o Tempo/Espaço pode passar livremente, trazendo-nos toda a energia que escolhemos que sirva a nossa experiência de viver uma vida Divina num corpo Humano, brincando num mundo Humano com pensamentos Conscientes e Sábios :)


sexta-feira, 23 de outubro de 2015

The Empire of Distraction

The Empire of Distraction


Oftentimes people ask me: “what does it really mean: to stay? Do I stop working, moving?”
“No. Nothing of the sort. You simply stay in the stillness inside, through which Time and Space pass, the place where nothing is permament but You – your expanded awareness. It is Home – THE Place of Isness. You work, you experience, you live from this space and not the opposite. It is not the place that comes to you, it is you that come back to your place which is in Essence – YOU.”

What I have noticed is that identity is of course afraid of this place, so it keeps on convincing us – through the mind’s chit chatter – to go elsewhere, to get busy with …. (you name it), to get distracted for infinitely numerous reasons, none of which are clearly valid. They are just DISTRACTIONS.

So it occurred to me to ask – “what is it that you fear in this space, what is it that keeps you jumping out of it?

Is it the Simplicity?
The Silence?
The Void?
The Transparence?
The Vulnerability?
The Responsibility?
The Balance?
The Love?… it might be the Love.
Or maybe the Wisdom.
Ah, then again, the Grandness – that might be it.
Hummm or the Boundlessness.
Is it the Joy?
Wait a minute – the Freedom, that’s a biggie.
The Pathlessness?”

Notice that all of these are what people who are on their path of awakening really want to feel and to be in. Yet, it is not a question of being in, but of BEing. Period.

And it all happens at once, so to speak. By letting go of the attachment to distraction. Thus identities melt away and the space one dwells in becomes the space one IS.

The thing is: it is this simple. No secrets or hidden agendas. That’s what baffles the mind time and again.

Who is choosing who you really Are?

I share that for me it is the breath that serves as a constant magnet to keep me Home, and that since being Home is the norm, temporarily stepping out of it becomes excrutiatingly painful – a very clear reminder ;) Having let go of everything else is not only liberating, it spares me from reams and reams of distraction, because all in all the One that I truly Am requires no-thing else but the Isness that it IS.


A friend was telling me yesterday that though he knew in his heart that this silent knowingness of Isness is Who he is, and that this is where he knows he wants to be, it sometimes seems impossible to live a “normal” life and not get distracted most of the time. And I said “yes, it does seem impossible, but with perseverance and unabated trust, constantly knowing this truth in your heart, it is not only possible, but simply Who You Are. Always remember that you have spent most of your life fostering distraction. Don’t expect it to let go of you all of a sudden. It takes Patience… and Compassion in complete Surrender to your Truth, always. Who knows, your next breath can be the one that keeps you Home :).” 

Neddless to say that most people will not even understand a word of what's written here because they have not yet felt the urge to Stay Home and living amongst these people every day is quite distracting, until we are sure of the difference between illusion and Home. This cannot be discussed, explained of analysed and once we know in our hearts that Home is where we dwell nothing and no one can keep us out of it. 


quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Príncipe Perfeito

Hoje uma partilha sobre o Príncipe Perfeito, motivada como resposta a uma querida amiga minha, que se manifestava sobre Príncipes e Sapos, uma manifestação muito bonita por sinal :)

"Claro que existe o teu Príncipe Perfeito – em primeiro lugar dentro de ti… bem como a Princesa Perfeita :)
Mas eles só podem existir quando ficam resolvidos em relação ao que chamo no meu Livro Sobre o Amor de 7 pecados mortais do amor: dependência, apego, necessidade, possessividade, culpa, ciúme e amor condicional que no fundo é todas as outas. Isto requer que se reveja, perceba e aceite como vão o Feminino e Masculino interno, convidando-os a reconciliarem-se gradualmente. É algo que requer paciência e muita compaixão connosco mesmos. Enquanto isto, vão aparecendo espelhos adequados cá fora, que nos permitem ver com mais clareza o que precisa de ser revisto e aceite em nós – os ditos sapos ;) O que quer que seja que nos incomoda no outro, só deixa de incomodar quando está aceite e diluído em nós. O que não quer dizer que o outro tenha mudado e o que não quer também dizer que vamos querer continuar a conviver de perto com o(s) sapo(s) ;)
Quando enfim o Feminino e Masculino se apaixonam e fundem, reconciliados dentro de nós, saboreamos a liberdade pela primeira vez. Podemos então desfrutar plenamente da nossa solitude, sabendo que nada nem ninguém falta, em paz connosco mesmos e com o que nos rodeia, alegres e gratos pela dádiva da vida.
Aqui surge a questão: ficar a desfrutar desta plenitude a sós ou escolher partilhá-la com alguém que esteja a vivê-la também, pela simples riqueza da partilha, ainda que livre de necessidade?
Se a escolha for essa partilha, há então que escolher realmente o que se quer experienciar numa relação, sem medo que seja impossível, bom demais para ser verdade, irrealista porque não deve haver ninguém assim… etc…
Algures, alguém terá também feito essa escolha e a consciência expandida de ambos encarregar-se-á de aproximar-vos no momento exatamente apropriado para que a escolha se manifeste sem percalços. E mesmo que não apareça, nada falta, de qualquer modo.
Sim, o Príncipe Perfeito existe, tal fora como dentro… mas requer-te inteira. Entretanto tudo são experiências preciosas para esculpir este diamante que és.
Para quem já está numa relação e queira viver um equilíbrio assim, “perfeito”, em aceitação total um do outro e em expansão e crescimento mútuo, terá que haver de parte a parte a vontade de se conhecerem a si mesmos profundamente, partilhando dessa evolução em conjunto, conciliando a dança interna de integração do Feminino e Masculino com a externa. Isto independentemente de ser uma relação heterossexual ou homossexual. O Feminino e Masculino existem em todos."

T. C. Aeelah



quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Respira... e Fica / Breathe... and Stay

Mantendo-te quieto/a no movimento da Vida, tudo tem sentido e nada te confunde. Nessa quietude ampla que És, a Plenitude é permanente... O vazio onde tudo se constrói mas nada te define.

Respira e fica.

***

Staying still in the movement of Life, all has sense and nothing confuses you. In that ample stillness that you Are, Fulfilment is permanent... The void where all is built yet nothing defines you.

Breathe and stay. 

T. C. Aeelah


terça-feira, 20 de outubro de 2015

O mundo gira

(Escrito há uns anos, em fase de grande mudança)

O mundo gira, gira. Pessoas gritam, pessoas choram.
Há cicatrizes que não se vêem. Vozes que não se ouvem e o mundo gira.
Há pessoas. Muitas pessoas. Todas diferentes. Seres únicos, e o mundo gira.
Há coisas também. Fúteis, inúteis. Muitas coisas.
E há os sentimentos. O dissecar dos sentimentos, das pessoas, dos seres.
Vejo um horizonte infinito. Azul celeste, salpicado de nuvens brancas com alguns laivos de cinzento e há amor. Amor de mãe, amor de pai, amor de amigo, amor de irmão, amor de mulher, de paixão, amor de homem, amor, amor, muito amor, muito diferente.
Vem lá uma onda ao longe. O que traz nos seus braços?
Espuma? Sangue? É dor que sente? Alegria? Medo? Sabe para onde vai? Porque se enrola e inexoravelmente vem dar à costa, desfazendo-se embebida na areia fina, pura, brilhante?
Um som que não se ouve. Uma brisa que não se sente. Um aroma que não se cheira...
...Bebe-se, inunda-se, confunde-se.
O mar, as ondas, o mundo, tudo segue o seu caminho, sempre sem parar, sem questionar.
E o mundo gira...


segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Living in a world of unpredictable predictability

Sharing a conversation I had a few years ago about the potentials available for my projects, which involve working with other co-workers and also clients:

My question to my Essence / Expanded Awareness:
What is your choice?

My Essence's / Expanded Awareness' response:
Moment to moment. Humans are unpredictable in their predictability, therefore One cannot know now where their human limitations will stop the natural flow of things. All I know is of the blossoming potentials when they allow the flow to take hold.

My additional comment:
Compassionate patience is an essential practice when following the Heart's path because this path is impossible to plan since it depends on variables that change each moment. There is, therefore, never a path to follow but essentially a flow to embrace in complete Trust.




domingo, 18 de outubro de 2015

Liberté

O vento escoa
Through the warm night of no-thing-ness
Shining you see - vês a onda
no silêncio da margem.
Dive, lost, twirling out of time.
Who? Where? What? Why?
Quebra o círculo do vazio eterno.
Absolute. Pure. Tudo. Sigh.

T. C. Aeelah


sábado, 17 de outubro de 2015

Proposta / Invitation

Proposta do Dia:

Largar o vício da complicação do cheio e aceitar o vazio... daí nasce permanentemente o novo.

***
Invitation for the Day:

Letting go of the addiction on fullness and accepting emptiness... that is where the New is birthed permanently.

T. C. Aeelah


sexta-feira, 16 de outubro de 2015

The PURE Power of a Smile / O PURO Poder de um Sorriso

The PURE Power of a Smile / O PURO Poder de um Sorriso

A genuine smile can change the world. It instantly warms the heart and tickles one’s senses, brightening the atmosphere around it. It is timeless, spaceless and voices freedom. It is effortlessly beyond the mind and ever so simple. Its silent sound speaks volumes of wisdom and its innocence is disarming. It creates waves of gratitude with just one instant glow and it requires nothing in exchange. It is selfless and naturally empathic. It welcomes and embraces. It touches like a magic wand and yet requires no movement elsewhere. It invites one to stay and to enjoy. It is priceless, filled with endless precious radiance, be it in presence, in photo or just a memory. It reminds that no matter what the elusive reality we live in seems to be, all is intrinsically well. It balances emotions and stills the heart. Its harmonious beauty is creatively artistic and unique. No two genuine smiles are the same and they are never too much. A smile is void of lack and always says “I see you and cherish you” with wordless significance. It is pure and profound, as it bubbles from the deep realisation of Life’s grandness. It cannot be forced or imposed and its transparence needs no explaining. It is never inadequate, as it softly breezes around the world. It is consciousness reflected, available to grace each day it shines upon.

No doubt, a genuine smile can change the world. Would you like to share yours with all of us today? :)
***

Um sorriso genuíno pode mudar o mundo. Aquece instantaneamente o coração e faz cócegas aos sentidos, clareando a atmosfera em seu redor. É sem espaço nem tempo e dá voz à liberdade. É simples, completamente para lá da mente, não requerendo esforço algum. O seu silêncio fala volumes de sabedoria e a sua inocência desarma. Cria ondas de gratidão com apenas um clarão instantâneo e não requer nada em troca. É isento de ego e naturalmente empático. Dá as boas vindas e abraça. Toca como se fosse uma varinha mágica, ainda que não requeira deslocação. Convida a ficar e a desfrutar. Não tem preço e está pleno de radiância preciosa, seja presencial, em fotografia ou apenas uma memória. Recorda que independentemente do que a realidade elusiva em que vivemos pareça ser, tudo está intrinsecamente certo. Equilibra as emoções e aquieta o coração. A sua beleza harmoniosa é criativamente artística e única. Não há dois sorrisos genuínos iguais e nunca são demais. Um sorriso não tem carência e diz sempre “vejo-te e prezo-te” com significado isento de palavras. É puro e profundo conforme borbulha a partir da inteira perceção da grandeza da Vida. Não pode ser forçado ou imposto e a sua transparência não necessita de explicação. Nunca é inadequado, conforme sopra suavemente ao redor do mundo. É o reflexo da consciência, graciosamente disponível para abençoar cada dia em que brilha.


Um sorriso genuíno pode mudar o mundo. Sem dúvida. Gostarias de partilhar o teu com todos nós hoje? :)

T. C. Aeelah


quinta-feira, 15 de outubro de 2015

You are Deeply Wise and Tender / Profundamente Sábio/a e Suave

De cada vez que respiras profunda e suavemente tens a oportunidade de te recordares que é isso que tu és: Profundamente Sábio/a e Suave. Tudo o que flutua à superfície são experiências diversas, memórias várias... mas a verdade de que és Profundamente Sábio/a e Suave reside sempre no silêncio de cada respiração consciente... Isto é Amor.

***

Each time you take a deep and tender breath you have the chance to remember this is what YOU ARE: Deeply Wise and Tender. All else that floats at the surface are experiences, memories... but the truth that you are Deeply Wise and Tender is always Present in the Silence of each Conscious Breath... this is Love.

T. C. Aeelah


Playing with Conscious Choice

Knowing that Conscious Choice makes all of the difference in the way my reality shifts and shapes, is a blessing. It is a blessing to be able to play with Conscious Choice in so many different areas of my life and trusting it simply because I have seen it work time and time again in such astounding ways, there is no longer space for doubt.

It is, however, a constant discovery and now and then I find myself deciding to try out Conscious Choice in new ways and new situations.

Having said this, it becomes clear that there is no limit to how it may work and what it may influence, yet there is one condition: I cannot choose for others. Aware of this detail, it had never occured to me to choose the kind of students I attract into my classes as an English teacher. Then it dawned on me that in doing this I was not choosing for them, I was just choosing what to attract into my reality, in other words, who to interact with and in what way. So this year, before the beginning of the school year I chose to have motivated, interested students who were enthusiastic about their learning process and who could most benefit from our interaction. I chose and let go. There was no way to know if this was going to work out or how it was going to reflect in actual reality.

Well, believe it or not, this year I have been graced by motivated, interested and enthusiastic students, with the added bonus that they are respectful! A true pleasure to be with.

I had previously also chosen, in potentially explosive situations, to interact with others with ease and simplicity, not feeding or interacting with drama. I had, in other occasions, chosen to interact only with people’s expanded awareness and so on. I must say that it always worked… when I had remembered to choose beforehand ;)

Regarding choosing for myself, I have come to understand that this can and does often involve others, not by choosing for them, but by choosing how I live the experience of interacting with them and which part of them I wish to communicate with.


Ahhhh, it is indeed simple and effortless to choose and to trust, especially when trial never results in error J This is how wise our expanded awareness (in other words Essence, Higher Self… etc) IS.


quarta-feira, 14 de outubro de 2015

A Vida inteira... num dia



Hoje pela manhã, conforme respirava serenamente no silêncio compassivo do meu centro, dei-me conta de como cada dia representa em suma a vida inteira. Cada dia reserva a oportunidade de ser vivido de forma clara, simples, consciente, com cuidado nos pensamentos, palavras e atos, com gratidão por cada tudo que no todo de momentos unos nos abraça com o mesmo cuidado que lhe oferecemos, com atenção, leve no doce respirar do ar que nutre e embala.

Cada dia tem ciclos, como as estações que naturalmente se sucedem no contínuo mutável da Natureza. Tem momentos de ação e momentos de quietude, momentos para fazer e momentos para ficar. Tem momentos de interação e momentos de solitude, momentos criativos e outros habituais, momentos de cuidarmos de nós e momentos de cuidarmos dos outros. Tem picos e vales em que nem uns nem outros são necessariamente opostos.

Cada dia é especial por tudo o que permite, por tudo o que mostra e convida, por tudo o que é. E mesmo os dias que parecem nunca dever ter existido são dias úteis em algum sentido, que fazem parte do tecido completo que dia após dia se tece.

Cada dia oferece vias para novas escolhas, revisão, reciclagem e reutilização. Cada dia é, quando vivido plenamente, um completo bouquet de pétalas orvalhadas pelo encanto transparente do Agora.

Percebi que no seio da relatividade do tempo, o mais curto é um mero reflexo do mais longo... e ainda assim o oposto também, sem que nenhum deles possa ser mais importante que a atenção com que o vivo. Não é, pois, na quantidade de tempo que reside a sua dimensão, mas sim na consciência com que o permeio... vivendo inteira em cada sopro.

Onde escolho ficar... é o que define para onde vou, sem que de todo importe...


Se agora, de repente, escolhesses viver cada dia com a mesma total importância que dás eventualmente à vida inteira, algo mudaria no teu pensar, no teu falar, no teu fazer?






segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Discernimento Sustentável

Após muitas chamadas perdidas de um número privado, eventualmente acabei por conseguir atender. Queriam apresentar-me, como diziam, vários seguros. Disse logo de início que era escusado iniciarem a apresentação pois não estava interessada em contratar novos seguros… aliás em matéria de seguros tenho os básicos obrigatórios e de resto vivo de um modo algo peculiar para o senso comum: rejo-me pela Escolha Consciente, logo, há um monte de seguros desnecessários uma vez que escolho conscientemente viver de uma forma que anula a sua necessidade pois anula as ocorrências que cobrem.

Bem, mas estranhezas à parte, diz-me a senhora em jeito de argumento convincente “A informação nunca é demais” ao que reitero “Discordo inteiramente. Na era da informação em que vivemos a informação não só é demais como em geral supérflua”. A senhora voltou a tentar e depois de um trabalho bem executado no que diz respeito a tentar que eu realmente escutasse o que tinha para apresentar, acabou por sucumbir, desejando-me um bom dia.

Sim, a informação não só é demais como é ruidosamente poluente de tão excessiva que é. Ainda assim, cada um de nós pode escolher que informação escolhe saber ou não, mesmo que seja bastante difícil evitar aceder a alguma de que não se necessita. Tornou-se difícil discernir, e não só no que diz respeito à informação, o que é excessivo e desnecessário. Fruto do tecido socio-económico em que vivemos, é certo. Nesta era de abundância a escassez impera, criando sempre a ilusão de que falta algo, falta saber algo, falta comprar algo, falta ir a algum lugar, falta fazer algo…

A meu ver o que falta é discernimento sustentável. Perceber o que se tem e o que é de facto necessário. E é na poluição deste discernimento que entra o excesso de informação, criando tal ruído que não se consegue ouvir o que se sente nem sentir o que se ouve!

Tendo como base os objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU para os próximos 15 anos, proponho pois o Discernimento Sustentável, eliminando assim boa parte da informação viciosamente negativa que circula em abundância, dando sempre a impressão catastrófica de que tudo vai mal com o mundo, quando de facto há também muito que vai bem e se recomenda. Este Discernimento Sustentável trará também aos que se comparam com os países ditos ricos devido à informação deturpada que lhes chega de que de alguma forma estes países são melhores, a perceção de que afinal de contas se calhar são os países ricos que são pobres em muitas mais áreas do que sustentam à primeira vista.

Enfim… a informação tem muito que se lhe diga. E viva o Discernimento Sustentável.





domingo, 11 de outubro de 2015

Abundância / Abundance

Vivemos num Planeta intrinsecamente abundante onde a Abundância não se mede pelo que se tem e pelo que se compara ter, mas sim pela forma como se vive o que se tem sem necessidade de comparação. É nesta mudança de consciência que reside a queda do Capitalismo e por sua vez a erradicação da pobreza a nível global.

A Gratidão é uma das chaves mais simples para esta mudança.

What are you Grateful today?

***

We all live on an intrinsically abundant Planet where Abundance cannot be measured by one's possessions and by comparing them to each other's. It is measured by how one lives what one has. It is in this change of awareness that resides the fall of Capitalism and thus the erradication of poverty at a global level.

Gratitude is one of the simplest keys to this change.

Pelo que é que estás Grato/a hoje?




quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Need and Choice / Necessidade e Escolha

I don't NEED to be intelligent. I don't NEED to be informed. I CHOOSE to be wise TRUSTING that in this WISDOM resides all of the intelligence and information I could possibly need.

***

Não NECESSITO de ser inteligente. Não NECESSITO de estar informada. ESCOLHO ser sábia CONFIANDO que nesta SABEDORIA reside toda a inteligência e informação que possa necessitar.

T. C. Aeelah


quarta-feira, 7 de outubro de 2015

The simple secret to Peace :)

Totally releasing being angry at or hungry for - the simple secret to Peace :)

T. C. Aeelah


Ser não poluente...

Ser não poluente…


Felizmente cada vez mais Seres Humanos estão conscientes da necessidade de reduzir a sua pegada ecológica, reduzindo, reutilizando e reciclando.

Da mesma forma há que rever a poluência energética pessoal, isto é, a energia que se dispersa com pensamentos conflituosos (consigo próprios e com os outros), quer com ritmos de vida stressantes e todo o tipo de comportamentos abusivos de cada um para consigo mesmo e para com outros…e o ruído extremo que toda esta dissonância causa.

Esta poluência energética reduz-se acedendo à consciência expandida no seio do silêncio vazio onde toda a energia nasce, retorna e renasce. Quando observamos a realidade a partir do nada, tudo ganha um novo sentido absolutamente simples, livre de poluentes, límpido, suave e flexível, que não retira, apenas nutre.

Como? Qualquer prática que seja absolutamente simples como a própria consciência expandida… até que a prática se torne comum, natural e instantânea… até que te tornes a prática deixando de ter que a praticar J


Para mim é a Respiração apenas e tão só que se basta a si mesma por ser algo permanente e natural como a Vida em si mesma. Não requer que eu pense para que ocorra e recorda-me a cada momento de ficar Consciente sempre... e mesmo quando por momentos a poluência ao meu redor me distrai e tenta puxar-me para o seu seio, basta Respirar, Consciente de novo do silêncio que Sou para além de todas as coisas. E aí percebe-se que ser não poluente é absolutamente simples pois é o que na verdade somos. 


segunda-feira, 5 de outubro de 2015

The Heart versus the Mind

The Heart versus the Mind


The Heart is the feeling brain whereas the Mind is the thinking brain. The Heart discerns wisdom, whereas the Mind translates it. Nevertheless, the Mind does not understand the heart per se. They not only function in very different ways, but also have very different functions.

The secret to inner Peace resides in reconnecting the Heart to the Mind leading the Mind to accept its guidance so it can then translate it without necessarily having to understand/judge it. This requires the I that each one Is to surrender to the language of the intangible, void of judgement, so it can then become clear in itself and as itself. Only then can the Mind follow suit and surrender as well to new levels of understanding beyond the instinctive survival mechanism it develops firsthand.

All has an appropriate Time and Space to happen. When one falls into one's own Time, finally occupying one's own Space in the eternal clock of existence, the Mind becomes of service and us no longer its servant. The Heart can express its purely simple language of Love and one's Human reality can reflect the Divine that each one intrinsically Is.

There is, therefore, no point in trying to discard the Mind. It is an essential part of being in Human form. The advent of Peace occurs when one manages to show the Mind that it is no longer in charge by not having to be in charge either, surrendering the need for control to the absolutely simple flow of Isness. Then the Mind can collapse into the Love of one's Essence and relearn/rewire its thinking requirements, no longer being a burden, but much on the contrary becoming an ally in the pathless land of Who We Truly Are.

Struggling to quieten the Mind leads only to the fighting mode of survival. Letting go of any need to struggle leads one to surrender to Life and Life is an absolutely bountiful overflowing of Love... not what the Mind thought Love to be... not a Love that can be explained... Love as it Is can only be felt deep within each one's Heart and once felt it can be trusted and when trusted it can guide the mind.

Thus goes the reunion of heart and mind, of human and divine, of feminine and masculine, of inside and outside, of here and there, of Heaven and Earth...

Surrender. This is Paradise right Here and right Now :)




sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Where I belong... / Onde pertenço...

Where I belong...


I belong to no club.
I belong to no religion.
I belong to no political party.
I belong to no country.
I belong to no city or town.

So where /what do I belong to?

I belong to the Universe that I Am and I currently happen to be living in my body on this precious planet called Earth, experiencing being a formless BEing in Human form.

This knowingness is enough for me to discern clearly what Is from what seems to be, fully aware that even when I choose to play with what seems to be I never cease to BE who and what I AM.

***

Onde pertenço...

Não pertenço a nenhum clube.
Não pertenço a nenhuma religião.
Não pertenço a nenhum partido político.
Não pertenço a nenhum país.
Não pertenço a nenhuma cidade ou vila.

Então onde / a que pertenço?

Pertenço ao Universo que Sou e estou presentemente a viver no meu corpo neste precioso planeta chamado Terra, sendo um Ser sem forma experienciando ser um Humano com forma.

Esta sabedoria basta-me para que possa discernir claramente o que É do que parece ser, completamente consciente de que mesmo quando escolho brincar com o que parece ser, nunca deixo de Ser O Que Sou.